{"id":57820,"date":"2025-07-11T07:38:45","date_gmt":"2025-07-11T10:38:45","guid":{"rendered":"https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2025\/?page_id=57820"},"modified":"2025-07-11T07:38:45","modified_gmt":"2025-07-11T10:38:45","slug":"eixos-tematicos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2025\/eixos-tematicos\/","title":{"rendered":"Eixos Tem\u00e1ticos"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Eixo 1- Entrevistas preliminares, transfer\u00eancia, interpreta\u00e7\u00e3o e ato anal\u00edtico <\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Luiz Mena (Mais-um), Iordan Gurgel, Claudio Melo, Milena Nadier, Kleyanne Lima, Liliane Sales, Pedro Ivo, Rog\u00e9rio Paes Henriques, Camila Abreu.<\/p>\n<p><strong>Entrevistas preliminares, transfer\u00eancia, interpreta\u00e7\u00e3o e ato anal\u00edtico<\/strong><\/p>\n<p>Frequentar o consult\u00f3rio de um analista n\u00e3o equivale, por si s\u00f3, a estar em an\u00e1lise. \u00c9 necess\u00e1rio que se inaugure um espa\u00e7o de escuta que favore\u00e7a a livre associa\u00e7\u00e3o \u2014 n\u00e3o qualquer sil\u00eancio, mas aquele que se recusa a ceder \u00e0 demanda. Um sil\u00eancio \u00e9tico, que n\u00e3o se acomoda nem consola. Jacques-Alain Miller1 prop\u00f5e uma distin\u00e7\u00e3o crucial entre duas modalidades de demanda: a imagin\u00e1ria e a simb\u00f3lica. Na primeira, insiste a repeti\u00e7\u00e3o libidinal, perpetuando a regress\u00e3o a posi\u00e7\u00f5es infantis, animadas pelo gozo que se infiltra na pr\u00f3pria fala. J\u00e1 a demanda simb\u00f3lica abre uma hi\u00e2ncia, atrav\u00e9s da qual emerge uma pergunta que se revela como eixo do trabalho anal\u00edtico: \u201cO que isso quer dizer?\u201d<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><\/p>\n<p>Na contemporaneidade, contudo, diante da eros\u00e3o do Nome-do-Pai e da descren\u00e7a na palavra, o desafio \u00e9 outro: trata-se de instaurar uma hi\u00e2ncia na rela\u00e7\u00e3o do sujeito com sua fala, promovendo uma suposi\u00e7\u00e3o de saber em rela\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio inconsciente<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. Mas tal opera\u00e7\u00e3o s\u00f3 se viabiliza a partir da transfer\u00eancia, esse la\u00e7o inaugural que enreda amor, saber e gozo<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. Seu manejo, longe de se apoiar em protocolos, exige uma articula\u00e7\u00e3o sutil entre a docilidade e a perturba\u00e7\u00e3o, o suficiente para convocar o enigma, mas sem precipitar a fuga provocada por um ato excessivamente disruptivo.<\/p>\n<p>O que pode, ent\u00e3o, o analista fazer para promover uma entrada em an\u00e1lise? Eis a quest\u00e3o que orienta esta investiga\u00e7\u00e3o. Para desdobr\u00e1-la, nos deteremos sobre a fun\u00e7\u00e3o das entrevistas preliminares, a l\u00f3gica da transfer\u00eancia, a pot\u00eancia da interpreta\u00e7\u00e3o e a aposta no ato anal\u00edtico.<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Miller, J. A (1994). Come iniziano le analisi. Dispon\u00edvel em: https:\/\/enapol.com\/xi\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/ENAPOL-Jacques-Alain-Miller-PT.pdf. Acesso em: 11 abr. 2025.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Lacan, J. (1988). O semin\u00e1rio livro 7: A \u00e9tica da Psican\u00e1lise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar (Trabalho original publicado em 1959-1960).<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Sinatra, E. (2017). Las entrevistas preliminares y la entrada en an\u00e1lisis. Olivos: Grama Ediciones, p. 90.<\/h6>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_separator color=&#8221;juicy_pink&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Eixo 2 &#8211; Parcerias sintom\u00e1ticas contempor\u00e2neas: impasses na entrada<br \/>\n<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Rog\u00e9rio Barros (Mais-um), J\u00falia Solano, Graziela Vasconcelos, Clara Melo, J\u00falia Jones, Samyra Assad, Camilla Costa, Virginia Dazzani<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Parcerias sintom\u00e1ticas contempor\u00e2neas: impasses na entrada<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 par porque n\u00e3o h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o sexual. Esse pressuposto orienta a ideia central de que a parceria se faz sob o fundo da\u00a0inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>. As parcerias, sempre sintom\u00e1ticas, implicam abordar o sintoma como o que realiza um aparelhamento entre gozo e significante, sendo o objeto<em> a<\/em> o \u00edndice do gozo a ser restitu\u00eddo, suposto no Outro, numa rela\u00e7\u00e3o com o falasser. \u00c9 o que Miller apresenta como um novo par: o falasser e o parceiro-sintoma<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p>Sob as mais diversas modalidades de parcerias sintom\u00e1ticas, a inexist\u00eancia da rela\u00e7\u00e3o sexual se manifesta na cl\u00ednica atual.\u00a0O s\u00e9culo XXI traz a bandeira do direito ao gozo, cuja permissidade inerente ao regime do supereu deflagra sua companheira, a puls\u00e3o de morte<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. A pr\u00e1xis psicanal\u00edtica contempor\u00e2nea revela impasses\u00a0na entrada em an\u00e1lise, indicando um Outro rompido<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, em conson\u00e2ncia com a queda dos ideais<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> e a regress\u00e3o a um estatuto autoer\u00f3tico do sintoma<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>, cuja alteridade radical \u00e9 o corpo<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. Se n\u00e3o h\u00e1 parceria, mas parcerias<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>, interessa pensar os obst\u00e1culos inerentes \u00e0 coloca\u00e7\u00e3o do objeto a no z\u00eanite social<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a> articulado ao estatuto inexistente do Outro simb\u00f3lico.<\/p>\n<p>O que se apreende dessas novas parcerias sintom\u00e1ticas hoje? Que respostas a civiliza\u00e7\u00e3o vem encontrando para inscrever a rela\u00e7\u00e3o sexual inexistente? De que modo o parceiro-analista joga o seu jogo nas trincheiras do desabono do inconsciente, desresponsabiliza\u00e7\u00e3o sintom\u00e1tica, que indica um desinteresse por uma subjetiva\u00e7\u00e3o ou causalidade para o mal-estar que toma o corpo, sendo esse mesmo o pr\u00f3prio sintoma da \u00e9poca<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>?<\/p>\n<p>Tal cen\u00e1rio nos permite interrogar o lugar do analista como Sujeito Suposto Saber (SSS), onde o parceiro-analista encontra desafios na concorr\u00eancia com outros aparelhamentos de gozo<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. Seria poss\u00edvel pensar, a partir da queda do SSS, algo que indicaria um Sujeito Suposto como operar?<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> \u00a0\u00a0Miller, J.-A. A teoria do parceiro. Em: Escola Brasileira de Psican\u00e1lise (Org.). <strong>Os circuitos do desejo na vida e na an\u00e1lise<\/strong>. Rio de Janeiro: ContraCapa, 2000.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Laurent \u00c9.; Miller, J.-A. United Symptoms. Em: <strong>El Otro que no existe y sus comit\u00e9s de \u00e9tica<\/strong>. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2005.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Miller, J.-A. <strong>El Otro que no existe y sus comit\u00e9s de \u00e9tica<\/strong>. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2010.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Laurent, \u00c9. Disrup\u00e7\u00e3o do gozo nas loucuras sob transfer\u00eancia. Em: <strong>Op\u00e7\u00e3o lacaniana<\/strong>, n\u00ba 79, S\u00e3o Paulo: Eolia, 2018.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Portillo, R. O decl\u00ednio do ideal, a exig\u00eancia de gozo. Em: <strong>Latusa digital<\/strong>. ano 2. n. 16 \u2013 julho, 2005. Dispon\u00edvel em http:\/\/www.latusa.com.br\/pdf_latusa_digital_16_a1.pdf. Acesso em 01 maio 2025.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Miller, J.-A. Para uma investiga\u00e7\u00e3o sobre o gozo autoer\u00f3tico. Em: <strong>Pharmakon digital<\/strong> \u2013 A especificidade da toxicomania, vol. 2, novembro, 2016.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Lacan, J. <strong>O Semin\u00e1rio, livro 20<\/strong> \u2013 Mais, ainda. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Miller, J.-A. et. al. <strong>La pareja y el amor.<\/strong> 1a ed. Buenos Aires: Paid\u00f3s, 2003.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Miller, J.-A. Uma fantasia. Em: <strong>Op\u00e7\u00e3o Lacaniana<\/strong>. n. 42, p. 7-18, fev. S\u00e3o Paulo, 2005.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Tizio, H. <strong>La funci\u00f3n del s\u00edntoma<\/strong>. Granada: Editoral Universidad de Granada, 2015.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Miller, J.-A. <strong>O osso de uma an\u00e1lise<\/strong>. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.<\/h6>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_empty_space][vc_separator color=&#8221;juicy_pink&#8221; css=&#8221;&#8221;][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;]<\/p>\n<h3><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Eixo 3 &#8211; Entrada em an\u00e1lise, diferen\u00e7a entre Psican\u00e1lise e Psicoterapia, fantasma e sintoma anal\u00edtico<\/strong><\/span><\/h3>\n<p>Paulo Gabrielli (Mais-um), Ethel Poll, Graziela Pires, Jo\u00e3o Klaus Seydel, Mar\u00edlia Santiago, T\u00e2nia Porto e Wilker Fran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Entrada em an\u00e1lise, diferen\u00e7a entre Psican\u00e1lise e Psicoterapia, fantasma e sintoma anal\u00edtico.<\/strong><\/p>\n<p>O que leva algu\u00e9m a procurar um analista? Como se sustenta a diferen\u00e7a entre falar e se implicar no que se diz? No in\u00edcio de uma an\u00e1lise \u00e9 preciso que o sujeito possa associar livremente e estabelecer outra rela\u00e7\u00e3o com seu pr\u00f3prio dizer, consentindo com o inconsciente. N\u00e3o seria essa a diferen\u00e7a principal entre a an\u00e1lise e as psicoterapias?<\/p>\n<p>Para Freud (2011), uma parte do inconsciente diz respeito aos conte\u00fados recalcados da vida ps\u00edquica, e o sintoma, como sua forma\u00e7\u00e3o, articula-se com algo que retorna sem que o sujeito possa dizer. Trata-se de um enunciado recalcado que subsiste no sujeito como um texto indecifr\u00e1vel.<\/p>\n<p>O sintoma, marcado pela repeti\u00e7\u00e3o, pode abrir, em sua insist\u00eancia, a possibilidade de um encontro \u2014 uma tykhe \u2014 que produza alguma retifica\u00e7\u00e3o.\u00a0 Para Miller (2011) \u201co sintoma \u00e9 um Janus, tem duas caras, uma cara de verdade e uma cara de real\u201d (p. 9). Assim, n\u00e3o se trata de escutar o sintoma anal\u00edtico como quem escuta um desabafo, mas de fazer a leitura do que ali se repete indicando um modo de gozar. A escuta n\u00e3o busca o sentido, mas os efeitos de enuncia\u00e7\u00e3o. N\u00e3o seria esse um primeiro gesto de leitura do sintoma? Como tratar o sintoma n\u00e3o como um desvio a ser corrigido, mas como um acontecimento de corpo que faz furo no saber?<\/p>\n<p>No curso de uma an\u00e1lise, o sujeito se v\u00ea confrontado \u00e0 fantasia, essa moldura que organiza seu modo de gozar e que lhe oferece uma cena para suportar o desejo do Outro. Mas como ela aparece nas entrevistas preliminares?\u00a0 Afinal, o sujeito fala do sintoma, mas silencia sobre o fantasma. Por qu\u00ea? No neur\u00f3tico, o conte\u00fado do fantasma \u00e9 emprestado de um gozo que ele n\u00e3o reconhece como seu. Miller (2024) aponta que a quest\u00e3o \u00e9 que o prazer que o <em>falasser<\/em> obt\u00e9m do seu fantasma n\u00e3o combina com o resto. Como o analista pode operar para que algo desse circuito se revele, sem se apressar em interpretar?<\/p>\n<p>Este eixo convida a demonstrar como essas e outras quest\u00f5es podem ser desenvolvidas na pr\u00e1xis da experi\u00eancia anal\u00edtica, em nossa Jornada Cl\u00ednica.<\/p>\n<hr \/>\n<h6>Refer\u00eancia<\/h6>\n<h6>FREUD, S.. <em>O inconsciente<\/em> (1915). In: FREUD, Sigmund. <strong>Obras completas<\/strong>: volume 14 \u2013 <em>Escritos metapsicol\u00f3gicos<\/em> (1915-1917). Tradu\u00e7\u00e3o de Paulo C\u00e9sar de Souza. S\u00e3o Paulo: Companhia das Letras, 2011. p. 121\u2013159.<\/h6>\n<h6>MILLER, J-A. <strong>Ler um sintoma<\/strong>. Afreudite \u2013 Ano VII, 2011 \u2013 n.\u00ba 13\/14. p.1-30.<\/h6>\n<h6>MILLER, J-A. <strong>Sintoma-fantasma<\/strong>. OP\u00e7\u00e3o lacaniana 88. Abril\/2024. Tradu\u00e7\u00e3o de Vera Avelar \u00e0 vers\u00e3o em franc\u00eas publicada em La cause du d\u00e9sir, n. 114.<\/h6>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_column_text] [\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text css=&#8221;&#8221;] Eixo 1- Entrevistas preliminares, transfer\u00eancia, interpreta\u00e7\u00e3o e ato anal\u00edtico Luiz Mena (Mais-um), Iordan Gurgel, Claudio Melo, Milena Nadier, Kleyanne Lima, Liliane Sales, Pedro Ivo, Rog\u00e9rio Paes Henriques, Camila Abreu. 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