{"id":582,"date":"2024-10-03T16:00:42","date_gmt":"2024-10-03T19:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2024\/?p=582"},"modified":"2024-10-04T10:12:48","modified_gmt":"2024-10-04T13:12:48","slug":"a-satisfacao-no-humor-no-chiste-e-no-comico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2024\/a-satisfacao-no-humor-no-chiste-e-no-comico\/","title":{"rendered":"A satisfa\u00e7\u00e3o no humor, no chiste e no c\u00f4mico"},"content":{"rendered":"<h6>Fabi\u00e1n Naparstek<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o: Mar\u00edlia Santiago (N\u00facleo da Pol\u00edtica da Nova Juventude)<\/h6>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-583\" src=\"https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Extimo-imagem-Fabian-217x300.jpg\" alt=\"\" width=\"217\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Extimo-imagem-Fabian-217x300.jpg 217w, https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Extimo-imagem-Fabian.jpg 695w\" sizes=\"auto, (max-width: 217px) 100vw, 217px\" \/><\/p>\n<p>Nas elabora\u00e7\u00f5es que realizamos junto aos colegas com os quais trabalhamos para as pr\u00f3ximas jornadas, nos detivemos na quest\u00e3o do humor e suas m\u00faltiplas vari\u00e1veis. Um primeiro momento foi dedicado \u00e0 diferen\u00e7a que Freud estabelece entre o humor, o chiste e o c\u00f4mico. No caso do chiste, percebe-se bem a participa\u00e7\u00e3o dos representantes dentro do aparelho ps\u00edquico. A condensa\u00e7\u00e3o e o deslocamento permitem que o movimento dos representantes nos possibilite encontrar o efeito de riso produzido pelo jogo das representa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Sabemos que, em Freud, a interpreta\u00e7\u00e3o anal\u00edtica \u00e9 correspondente \u00e0 concep\u00e7\u00e3o do inconsciente que ele maneja. Assim, ele afirma que \u201cse a uma pessoa que o ignora ou n\u00e3o esteja habituada, lhe comunicamos a an\u00e1lise de um sonho no qual se evidenciam esses estranhos caminhos &#8211; <em>da polissemia da palavra<\/em> \u2013 (essa pessoa) declarar\u00e1 \u2018chistosas\u2019 tais interpreta\u00e7\u00f5es\u2026\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a> Portanto, pode-se dizer, segundo Freud, que a interpreta\u00e7\u00e3o tem a estrutura do chiste, na medida em que \u00e9 o &#8220;sentido do sem sentido&#8221;<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. Assim, temos ent\u00e3o, duas faces para o chiste, quando Freud diz que &#8220;tem um n\u00facleo origin\u00e1rio de <em>prazer de jogo<\/em> e uma envoltura de prazer por remo\u00e7\u00e3o (da inibi\u00e7\u00e3o)&#8221;<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, sendo esse n\u00facleo a verdadeira fonte de satisfa\u00e7\u00e3o do chiste, satisfa\u00e7\u00e3o essa que se encontra no <em>puro jogo de palavras<\/em> sem sentido, que Freud localiza, em uma primeira etapa, nas crian\u00e7as. Em seguida, ocorre a raz\u00e3o cr\u00edtica, que transforma esse <em>absurdo<\/em>&#8211; o puro jogo de palavras &#8211; em uma piada &#8211; segundo est\u00e1gio \u2013 <em>dar<\/em> <em>sentido ao sem sentido<\/em>, ou seja, tornando o absurdo aceit\u00e1vel. H\u00e1 uma &#8220;duplicidade&#8221;<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a> entre a satisfa\u00e7\u00e3o do puro sem sentido e o prazer da economia da inibi\u00e7\u00e3o, da cr\u00edtica, pela via do sentido. Como prop\u00f5e Freud, o absurdo enquanto &#8220;jogo de palavras&#8221;, funciona entre outras modalidades como o equ\u00edvoco &#8220;por homofonia&#8221;<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. Apresenta-se desta forma um n\u00facleo sem sentido envolto em um sentido.<\/p>\n<p>Freud encontra dois tipos de satisfa\u00e7\u00e3o no chiste: uma se aproxima do chiste como tal, dando sentido ao absurdo, e a outra implica no pr\u00f3prio absurdo, o jogo de palavras. O que fica claramente ressaltado \u00e9 que esse jogo de palavras encontra seu fundamento na satisfa\u00e7\u00e3o. Trata-se de uma satisfa\u00e7\u00e3o sem sentido mesmo, no absurdo, que antes nomeamos como o <em>prazer no puro sem sentido<\/em>.<\/p>\n<p>Dando um passo al\u00e9m, pode-se considerar a indica\u00e7\u00e3o de Lacan, onde ele afirma que &#8220;Freud se det\u00e9m quando descobre o sentido sexual e esse sentido \u00e9 para ele o lugar onde se det\u00e9m a estrutura&#8221;<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>.<\/p>\n<p>Por um lado, todo jogo de palavras convoca o sentido, transformando-se em um enigma a ser decifrado, e como Lacan prop\u00f5e, &#8220;o \u00e1pice do sentido \u00e9 o enigma&#8221;<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>. Mas, por outro lado, mostra-se as voltas da palavra que indicam a fuga do sentido, aquele ponto que o sentido n\u00e3o pode capturar. Do mesmo modo, devemos dizer que ambas as faces, de sentido e sem sentido, est\u00e3o enla\u00e7adas a uma satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Por sua vez, <em>&#8220;poner en c\u00f3mico&#8221;<\/em><a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\"><em><strong>[9]<\/strong><\/em><\/a> \u00e9 uma express\u00e3o freudiana para se referir \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do c\u00f4mico, que n\u00e3o \u00e9 algo que se faz, mas que &#8220;se desvela&#8221;<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>; o que se faz \u2014 e aqui aparece uma primeira diferen\u00e7a \u2014 \u00e9 o chiste.<\/p>\n<p>O c\u00f4mico evita o divertimento das palavras, n\u00e3o responde ao inconsciente, vai mais al\u00e9m do sentido e do sem sentido \u2014 pode-se conceb\u00ea-lo como fora do sentido \u2014; mas conserva, em troca, o resultado econ\u00f4mico, indicado pela diferen\u00e7a de energia antes e depois do efeito c\u00f4mico, que \u00e9 derivado como resto &#8220;in\u00fatil&#8221;<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a> pela risada. Ou seja, o c\u00f4mico n\u00e3o se faz, porque n\u00e3o responde, como o chiste e a interpreta\u00e7\u00e3o, ao processo ps\u00edquico, ao inconsciente, contudo, se <em>revela <\/em>\u2014 no duplo sentido de \u2018encontro\u2019, \u2018surpresa\u2019 e \u2018tira o v\u00e9u\u2019.<\/p>\n<p>Assim, o c\u00f4mico revela um tra\u00e7o em um outro que veneramos \u2014 o rebaixa. Freud afirma ent\u00e3o que h\u00e1 um desmascaramento \u2014 aqui est\u00e1 a no\u00e7\u00e3o de <em>descobrir<\/em> com o significado de \u2018tirar o v\u00e9u\u2019 \u2014 dirigido &#8220;a pessoas e objetos que aspiram a autoridade e respeito, e que, em algum sentido, s\u00e3o sublimes &#8220;<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>, algu\u00e9m que aparece como um &#8220;semideus&#8221;<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>. Dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel ficar \u201c\u00e0 vontade\u201d<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a> , sendo poupado do &#8221; gasto (ps\u00edquico) maior da coer\u00e7\u00e3o solene&#8221;<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a>; podemos, portanto, rir, nos desprender dessa diferen\u00e7a, desse resto in\u00fatil. O resto se revela, e agora com a acep\u00e7\u00e3o de \u2018surpresa\u2019, do \u2018encontro\u2019. H\u00e1 aqui dois efeitos: primeiro, tirar o v\u00e9u em rela\u00e7\u00e3o a um outro \u2014 Outro, em termos lacanianos; em segundo lugar, com rela\u00e7\u00e3o ao resto, produzir a surpresa do encontro com esse resto in\u00fatil, que Lacan prop\u00f5e quando sustenta que o c\u00f4mico puro faz surgir o <em>a<\/em><a href=\"#_ftn16\" name=\"_ftnref16\"><em><strong>[16]<\/strong><\/em><\/a>.<\/p>\n<p>A conting\u00eancia do c\u00f4mico irrompe onde come\u00e7a a primazia do bom sentido, ou seja, &#8220;o sentido sob cuja lei estamos todos&#8221;<a href=\"#_ftn17\" name=\"_ftnref17\">[17]<\/a>. Importante destacar que, todo bom sentido implica tamb\u00e9m uma vers\u00e3o do gozo poss\u00edvel do Outro que n\u00e3o existe. Entendo assim, essa afirma\u00e7\u00e3o de Lacan sobre &#8220;o bom sentido, que ademais se pretende sentido comum&#8221;: &#8220;\u00c9 o m\u00e1ximo do c\u00f4mico, s\u00f3 que o c\u00f4mico, n\u00e3o vem sem o saber da n\u00e3o-rela\u00e7\u00e3o que est\u00e1 em jogo, no jogo do sexo&#8221;<a href=\"#_ftn18\" name=\"_ftnref18\">[18]<\/a>. De acordo com os termos apresentados, concebo isso como um jogo que acontece fora do chiste sexual do inconsciente, e se faz as vezes de int\u00e9rprete.<\/p>\n<p>Por fim, quero apenas lembrar que, como afirmava Henri Bergson, &#8220;fora do que \u00e9 propriamente humano, n\u00e3o h\u00e1 nada c\u00f4mico&#8221;<a href=\"#_ftn19\" name=\"_ftnref19\">[19]<\/a>. Este texto foi apresentado pelo autor no IX Encontro do Campo Freudiano; Julho de 1996, Buenos Aires.<\/p>\n<p>Finalmente, Freud n\u00e3o hesita em separar o humor do chiste e do c\u00f4mico. Ele o situa como um ant\u00eddoto diante da realidade externa amea\u00e7adora. O eu triunfa frente a tal realidade. O ganho de prazer ocorre \u2013 neste caso \u2013 a partir da economia de um sofrimento que prov\u00e9m dessa realidade externa. \u00c9 o triunfo do narcisismo, onde o eu recusa assentir \u00e0s ofensas que a realidade lhe prop\u00f5e. Para concluir, ou para continuar no debate, poder\u00edamos situar o valor simb\u00f3lico da estrutura do chiste, o funcionamento imagin\u00e1rio de extra\u00e7\u00e3o do objeto na queda da imagem no c\u00f4mico e a defesa diante do real pelo lado do humor. Todas elas s\u00e3o diferentes ferramentas a serem utilizadas na dire\u00e7\u00e3o da cura.<\/p>\n<a href=\"https:\/\/ebpbahia.com.br\/jornadas\/2024\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/Fabian_Naparstek_original.pdf\" class=\"vcex-button theme-button flat black small align-left inline\" title=\"Visit Site\" rel=\"none\"><span class=\"vcex-button-inner theme-button-inner\">Vers\u00e3o Original em espanhol<\/span><\/a> \n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<h6><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Fabian Naparstek AME (EOL\/AMP) \u00e9 \u00eaxtimo do GT coordenado por T\u00e2nia Abreu (EBP\/AMP). Os demais participantes desse GT s\u00e3o: Bruno Oliveira (IPB), Daniela Nunes Ara\u00fajo (EBP\/AMP), J\u00falia Jones (IPB), Karynna N\u00f3brega (EBP\/AMP), Luiz Mena (EBP\/AMP), Virg\u00ednia Dazzani (IPB) e Wilker Fran\u00e7a (IPB).2- S. Freud: &#8220;El chiste y su relaci\u00f3n con lo inconsciente&#8221;. Amorrortu Ediciones, Tomo VIII, p\u00e1gina 165 &#8211; 166.<\/h6>\n<h6>2- S. Freud: &amp;quot;El chiste y su relaci\u00f3n con lo inconsciente&amp;quot;. Amorrortu Ediciones, Tomo VIII, p\u00e1gina 165 &#8211; 166.<\/h6>\n<h6>3- S. Freud: &#8220;El chiste y su relaci\u00f3n con lo inconsciente&#8221;. Pag. 132.<\/h6>\n<h6>4 &#8211; Op; Cit, p\u00e1gina 132, nota 17.<\/h6>\n<h6>5- Op. Cit, p\u00e1gina 165.<a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\"><\/a><\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Op. Cit., p\u00e1gina 175 &#8211; 176.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> J. Lacan : &#8220;Autocomentario&#8221;. En <em>Uno por Uno\u00a0 N. 43<\/em>. Edici\u00f3n Latinoamericana, p\u00e1gina 13.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> J. Lacan : &#8220;Introducci\u00f3n a la edici\u00f3n alemana de un primer volumen de los Escritos&#8221;. En\u00a0 <em>Uno por Uno N. 42<\/em> . Edici\u00f3n Latinoamericana, p\u00e1gina 9.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Freud, S. (1905) \u00abEl chiste y su relaci\u00f3n con lo inconsciente\u00bb, en <em>Obras completas<\/em>, Madrid, Biblioteca Nueva, 1981. Pag. 1133.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Freud, S. (1905) \u00abEl chiste y su relaci\u00f3n con lo inconsciente\u00bb, en Obras completas, Buenos Aires, Amorrortu, 1989. Pag. 180.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Freud, S. (1905) \u00abEl chiste y su relaci\u00f3n con lo inconsciente\u00bb, en <em>Obras completas<\/em>, Madrid, Biblioteca Nueva, 1981. P\u00e1g. 1155.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> Freud, S. (1905) \u00abEl chiste y su relaci\u00f3n con lo inconsciente\u00bb, en Obras completas, Buenos Aires, Amorrortu, 1989. Pag. 190<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> Op. Cit.\u00a0: Freud, Pag. 192.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Op. Cit.\u00a0: Freud, Pag. 191- (Vers\u00e3o em portugu\u00eas p.285. Cia das Letras)<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> Op. Cit.\u00a0: Freud, Pag. 191- (Vers\u00e3o em portugu\u00eas p.285. Cia das Letras)<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref16\" name=\"_ftn16\">[16]<\/a> Lacan, J. (1973) <em>El seminario<\/em>, <em>libro 11<\/em>, <em>Los cuatro conceptos fundamentales del psicoan\u00e1lisis.<\/em> Buenos Aires, Paid\u00f3s, 1986. P\u00e1g. 13.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref17\" name=\"_ftn17\">[17]<\/a> Lacan,\u00a0 J. (1975) \u00abAutocomentario\u00bb, en Uno por Uno (Revista Mundial de Psicoan\u00e1lisis), verano 96, N\u00ba 43, Pag. 16.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref18\" name=\"_ftn18\">[18]<\/a> Lacan, J. (1974) \u00abTelevisi\u00f3n\u00bb, en Psicoan\u00e1lisis, radiofon\u00eda y televisi\u00f3n, Barcelona, Anagrama, 1977. Pag. 90.<\/h6>\n<h6><a href=\"#_ftnref19\" name=\"_ftn19\">[19]<\/a> Bergson, H. (1900) La risa. Buenos Aires, Sarpe, 1985. Pag. 26.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fabi\u00e1n Naparstek[1] Tradu\u00e7\u00e3o: Mar\u00edlia Santiago (N\u00facleo da Pol\u00edtica da Nova Juventude) Nas elabora\u00e7\u00f5es que realizamos junto aos colegas com os quais trabalhamos para as pr\u00f3ximas jornadas, nos detivemos na quest\u00e3o do humor e suas m\u00faltiplas vari\u00e1veis. Um primeiro momento foi dedicado \u00e0 diferen\u00e7a que Freud estabelece entre o humor, o chiste e o c\u00f4mico. 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